O mercado de estética brasileiro cresceu consideravelmente nos últimos seis anos. Os gastos com serviços de estética tiveram aumento de 44%, fazendo, assim, com que o país alcançasse o terceiro lugar no ranking de países com maior número de consumidores deste tipo de serviço, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão.
De acordo com levantamento feito pela Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel), entre 2005 e 2010, houve um aumento de 78% no número de salões de beleza no país. Com o crescimento do mercado, o número de contratação de profissionais também cresceu, de 1,2 milhão para 2,2 milhões.
Para a associação, a justificativa para essa demanda no mercado é proporcional ao crescimento econômico do Brasil e o aumento do poder aquisitivo da população. A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), aponta que, em 2011, o aumento no número de salões no estado foi de 53,9%, um salto de 3.896 salões para 5.997 estabelecimentos registrados. Segundo dados da pesquisa, cerca de 30% dos empregos formais no setor estão diretamente ligados a esse crescimento. A justificativa, segundo a Fecomércio-RJ, é o baixo investimento inicial necessário, cerca de R$ 30 mil, e o retorno rápido.
Segundo dados do Portal do Empreendedor, do governo federal, em todo o Brasil, são 193.071 estabelecimentos registrados no setor. O setor só fica atrás dos estabelecimentos de comércio varejista de roupas.
Fonte: educacao.yahoo.net
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